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O Sistema Absoluta abre outro espaço de focalização do Feminino Essencial.
Nesta seção, você poderá conferir as matérias mais acessadas em nosso site que tem a ver de perto com a sintonização profunda do Feminino, com suas intâncias mais substanciais.
Depois de séculos e séculos de repressão e de um letárgico sono da inconsciência, as mulheres modernas aos poucos estão reconstruindo seu espaço, sua voz, seus sonhos, gerando um recentíssimo mas urgente empoderamento através da troca de ideias, no ativismo e nas vivências em círculo.
As matérias que se seguem não são novas - ao contrário, a intenção é justamente resgatar e dar visibilidade a focalizações interessantes e que continuam atuais. Os índices de acesso ao site ajudam a mapear o que o público do Absoluta considera importante, e estamos aqui para dar ressonância a esse eixo de buscas de consciência.
E talvez não seja demais enfatizar que muitas mulheres ainda precisam voltar a ler este tipo de conteúdo para que guardem no coração e acordem para uma nova vida, mais conectadas consigo mesmas e sua alma.



Seja bem-vinda. Divirta-se.


Veja todas estas postagens e muitas outras matérias no Absoluta/Focalização, uma edição temática com os assuntos mais acessado em nosso site e mais uma seleção dos conteúdos mais expressivos de nossa rede de blogs temáticos.
Confira em http://absoluta-focalizacao.blogspot.com/


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De volta à honra de nascer fêmea

Há um chamado no ar, algo que nos conduz a farejar o Feminino Essencial. Estamos com saudades desta instância poderosa que tem sua fortaleza, justamente, ao acolher, ao cuidar, ao perceber o milagre da vida em si, pleno, explícito. Estamos com saudades depois de séculos de competitividade, individualismo, supremacia de uns sobre outros, separatividade, valores masculinos doentes... Estivemos doentes também entre as fêmeas. Fomos e somos capazes de nos queimarmos vivas umas às outras...
Mas o mundo hoje começa a desejar bem mais do que isso. Mulheres e homens querem fazer as pazes com as questões de gênero e se reintegrarem neste recente chamado cósmico. E a resposta mais regeneradora nesta jornada de recuperação é encontrada em grupos organizados por profissionais que elegem o Feminino como proposta de desenvolvimento. Grupos que conduzam a rituais de iniciação aos mistérios do ser mulher e qualifiquem a honra de se nascer fêmea, condutora da vida.
Absoluta deseja dar visibilidade a esses processos históricos da construção do Feminino doente e seus recentíssimos espaços de regeneração e cura. O texto a seguir foi base de uma roda
de conversa que realizamos na Série Encontros Absoluta, com a psicóloga Rute Rodrigues, e é um dos mais lidos em nosso site.

Há um movimento e um chamado no ar, algo que nos conduz a farejar o feminino. Ouvimos, aqui e ali, pessoas dizendo que apreciam a delicadeza, a suavidade desta ou daquela mulher. Homens e mulheres que querem encontrar colos, empatia, amorosidade. Respeitam, sim, as mulheres decididas, as que estão assumindo o poder. Não se trata de uma exclusão ou, muito menos, de se perceber estas características como mutuamente excludentes. Mas trata-se de uma sinalização de que sentem uma atração pela doçura, que não tem nada a ver com fragilidade, mas a fortaleza de mulheres que conseguem estar no público e manterem-se femininas.
Parece que estamos cheios deste mundo que nos instiga a "cada um por si e 'deus' por todos". Enquanto deixamos para um "deus" longínquo o cuidado conosco, sofremos o desejo de um contato terno, respeitoso, que nos reconheçam como seres humanos e, portanto, dignos de serem tratados com amorosidade, dignidade. Encontramos nestas pessoas uma inspiração a nos tornar também, este colo, este ser amoroso que cuida de si e percebe o outro a ser cuidado.
Tudo isto nos diz da saudade do Feminino Sagrado, desta instância poderosa que abraça o outro com o olhar, com a paciência, com compaixão e vê na existência de cada um o milagre da vida a ser cultivada. Característica possível a homens e mulheres mas que é podada pela cultura que valoriza a competitividade, o individualismo, a supremacia de uns sobre outros e a separatividade, tão peculiares da cultura patriarcal.
As próprias mulheres duvidam que estas qualidades não as enfraqueçam, por abrirem portas a abusos, pois ainda confundimos amorosidade e pureza com sermos ingênuas e manipuláveis. Temem que vivenciar e demonstrar tais características seja uma face perigosa para suas conquistas no mundo contemporâneo que valoriza o pensar lógico e linear e que, aos poucos, redescobre e valoriza as leituras sistêmicas ou complexas - por que não caóticas? - da vida.
Muitas mulheres ainda desconfiam que criar e contribuir com um mundo afetivo pode ser perigoso. Para estas, devemos nos manter alertas e atentas, pois a doçura esconde segundas intenções; ou desdenham que possamos aprender umas com as outras. Parece tão louco o que percebemos, mas isto ainda é vento que sopra e traz os gritos das nossas antepassadas que foram queimadas nas fogueiras pela Santa Inquisição.

A união dos círculos femininos foi violentamente atacada nesta passagem histórica. A vivência da irmandade foi rompida quando muitas das que teciam conosco, preparavam as ervas de cura, ou compartilhavam seus conhecimentos sobre os nascimentos, denunciaram umas às outras por conta da pressão de salvar a própria pele. A desqualificação do feminino - que já ganhara território pela queda do culto à Deusa - veio atingir às mortais, veio romper a força da união feminina de modo sanguinário, deixando uma devastação e uma ferida genocídia no gênero que representa a Deusa.

Como não olhar torto até para as terapias complementares que carecem do aval da medicina ortodoxa? Como distinguirmos as renovações de alternativas eficazes do mero oportunismo comercial? Como permitir confiar novamente no saber intuitivo e misterioso que não entra no crivo cartesiano (se isto, então aquilo)? Fomos e somos capazes de nos queimarmos umas às outras, vivas. São milhares os meandros de sufocamento e devastação do valor do feminino a partir da força bruta que nos fez temer sermos mulheres e temermos as outras mulheres, bruxas desvairadas que devem ser contidas e queimadas! O poder de compreender visceralmente os ciclos de vida/morte que as mulheres representam, contém e atualizam da existência, ficou encarcerado à maternidade e desqualificado no sangue menstrual - que muitos ainda lutam para extinguir por não compreenderem sua função.

A inteireza, de novo - Alguns caminhos para fazermos as pazes com o feminino são percebidos. O prazer de sentar e conversar temas tão peculiares como amores, filhos, família, romances, ou simplesmente compartilharem um lanche, receitas, arrumarem-se, trocarem opinião sobre esta ou aquela roupa, cabelo ou maquiagem, são os enredos de momentos intensos da necessidade de partilha da mulher, com outras mulheres. Momentos em que se revigora a união e a partilha feminina. Pequenos rituais entre amigas que sabem que existe um código todo próprio da expressão do feminino que só prende e interessa às mulheres, são verdadeiros Momentos Marisa - de mulher para mulher.

Para outras que desejam ampliar ainda mais esta jornada de recuperação, a resposta é encontrada em grupos organizados por profissionais que elegem o feminino para propostas de desenvolvimento. Propiciam o resgate desta instância em grupos que, em excelência, acolhem a individualidade de cada participante, mas convidam também ao despertar de arquétipos que devolvam a inteireza da vivência feminina, que dissolvam distorções da identificação maciça com os valores retilíneos da cultura patriarcal, que promovam a revalorização dos sentimentos, da sensibilidade, da intuição, da cooperação e respeito mútuos.

Grupos que conduzam a rituais de iniciação aos mistérios do ser mulher e qualifiquem a honra de se nascer fêmea, condutora da vida. Que acolham luz e sombra do feminino como necessárias à percepção aguçada da mulher sobre si e sobre a realidade. Espaços de regeneração e cura que pulsem a urgência das mulheres resgatarem seu legado de cura e que permitam, assim, a consideração dos espaços sagrados internos e externos neste momento de recuperação dos valores de vida que a Terra grita em alertar necessitarem ser retomados.
O Feminino Divino compõe a inteligência afetiva que todo habitante deste planeta pode lançar mão nesta queda livre que nos assola. Neste ponto da trajetória da nossa espécie, os dotes femininos de fusão tornaram-se obrigatórios para que a humanidade consiga continuar absolutamente presente. A retomada do Feminino Sagrado, resgatada a partir das mulheres, gira um novo ciclo que envolve também os homens, perpetua aos nossos filhos e aos filhos de nossos filhos a passagem para mudanças que venham trazer esperança de garantir sobrevivência harmoniosa a todos!

Rute Rodrigues
Psicóloga, terapeuta familiar, de casal e individual, com formação em Biodanza e Gênero, Arquétipos e Organização Biocêntrica pela Internacional Biocentric Foundation
Fundadora da ONG Rinaci (www.rinaci.org.br)
rutepoa@terra.com.br
PORTO ALEGRE/RS

Fotos
www.worth1000.com

A riqueza de ser como se é

Muito se diz que a mulher é um ser misterioso. Quantos não gostariam de entender o que as mulheres querem e desvendar os sentimentos femininos? Talvez essa tarefa tivesse de partir, primeiramente, das próprias mulheres: conhecer os seus sentimentos, ir fundo na compreensão de seus mistérios, reconhecer a sua multiplicidade. É o que propõe Juliana Garcia, psicóloga e facilitadora.


Carregamos no corpo o mistério do ciclo vida-morte-vida. Todo ser vivo também carrega essa experiência, mas o corpo feminino traz essa vivência à luz, torna explícito. Quer um exemplo? Vivemos tal realidade a cada ciclo menstrual. Primeiro vem a possibilidade de vida, a semente que é lançada. Se não é fecundado, o óvulo e todo o aparato de preparo do organismo são descartados, mostrando que não houve o nascimento de uma vida. Depois nosso útero se prepara para novos ciclos. Com tal movimento variamos também em nossa experiência íntima, com períodos de abertura e fechamento. Se compreendêssemos melhor esse ritmo em nosso corpo, talvez tivéssemos menos sintomas de tensões como a maioria das mulheres experimenta na atualidade. Aproveitando os momentos de fechamento para refletir, recarregar energias, planejar, se sintonizar. Aproveitando os momentos de abertura para agir, se expor, apresentar-se, ir à luta.

Energia contida - Compreender os ritmos internos e respeitá-los é um baita desafio para nós mulheres. Tão acostumadas fomos a calar nossos sentimentos e a seguir o ritmo do outro, que agora fica de fato difícil dedicar um tempo para ouvir a nós mesmas.

Tanto tempo de silêncio imposto, que muitas vezes nossa alma só consegue nos mostrar como estamos nos trazendo sintomas. E mesmo assim, o que aprendemos? Uma mulher é incansável! Quantas de nós aturam dores crônicas protelando para amanhã o autocuidado?

De um ser pleno de riquezas, mistérios e belezas, quiseram moldar e construir um outro, mais domesticado, formatado, domado. A cultura patriarcal fez de tudo para conter a energia que assustava, para domar aquilo "que não tem medida, nem nunca terá" (tomando emprestadas as palavras de Chico Buarque). A energia feminina ia contra a ordem que se queria instituir: o controle, a luta por poder, o individualismo. Tentaram dobrar, amassar, rasgar a alma feminina, para fazê-la caber no baú de uma cultura inconsciente, para tornar o Feminino se não aceitável ao menos tolerável. Isso fez com que muitas e muitas mulheres brilhantes fossem tachadas como erros, aberrações e fossem punidas por simplesmente serem.

Multiplicidade e riqueza - O Feminino não se encaixa em padrões. Cada mulher é múltipla em suas faces e suas possibilidades. Temos luz e sombra, asas e raízes, sins e nãos, interno e externo, renovação constante, ondulações. E nossa riqueza está em sermos como somos.Precisamos recuperar a autoestima, a alegria de sermos depositárias de tantas características naturais cheias de beleza. É urgente retomar o contato com nossos anseios e sentimentos, com nossa garra e nossa sensibilidade, com nossa intuição e nossa criatividade. Pense em maneiras de iniciar uma relação mais prazerosa com você mesma, mulher! Reconheça em si a união dos aspectos femininos e masculinos e potencialize o que lhe faz bem. Tome partido de suas múltiplas faces a seu favor! Não acredite em que lhe diga que você é o sexo frágil (nem se ouvir isso de você mesma!), retome a força interna que fez com que você chegasse até aqui! E dia da mulher não tem uma só data. Todo dia é seu dia, todo dia é especial, pois é o agora que se converte em possibilidades. Permita-se!


Juliana Garcia
Psicóloga, Pós-graduanda em Psicodrama, Artesã, Facilitadora em trabalhos grupais com mulheres, Sócia-fundadora do Espaço Revitalizar - Psicologia, Educação e Artes.
http://espacorevitalizar.blogspot.com
julianaggpsi@gmail.com
BELO HORIZONTE/MG

Menstruação: o tempo da consciência corporal

O chamado "período da lua", este tempo de ser mulher, funciona como um portal mensal para entrarmos em contato com nosso centro profundo e com nosso poder ancestral. Sangrar é se reempoderar, como propõe a terapeuta e focalizadora Simone Alves nesta reflexão. Aqui, ela fala a respeito da conexão do útero com o inconsciente e faz um chamamento: "Nesse período de purificação, permita-se não fazer nada, ouça a mensagem do seu corpo pedindo para parar, ouse se retirar e se conectar com os antigos conhecimentos adquiridos, fazendo essa interrupção natural para o descanso e a revitalização do corpo e da alma, conservando sempre uma atitude de amor por si mesma, de respeito, de entrega, amor pela realidade de ser mulher".

Durante o período menstrual somos chamadas a olhar profundamente para nosso corpo, muitas sentem o grito desesperado de seu ventre pedindo descanso, as dores são terríveis, tudo fica desastroso, o sangue jorra sem parar e tudo vira um caos. É assim que nosso corpo se comporta quando estamos desconectadas de nós mesmas.
O sangue menstrual é um ritual mensal, não podemos eliminá-lo de nossas vidas, ele faz parte do nosso tempo de mulher, onde devemos desacelerar e cuidar de nós mesmas, cuidar dos pequenos detalhes que não damos importância nos dias que correm... aquele cuidado interno, de introspecção, de meditar sobre tudo que se passa a nossa volta e, principalmente, de resgatarmos nossa conexão psíquica e espiritual com nossa alma.
Não precisamos fazer grandes rituais, apenas nos conectar com nossa essência e respeitar este ciclo sagrado que nos acompanha e nos traz a possibilidade de renascimento interno, permitindo darmos a luz a nós mesmas.

Muitas mulheres sofrem durante a menstruação ficando extremamente perturbadas, simplesmente porque perderam a conexão consigo mesmas, não se lembram mais o que esse período representa em suas vidas. Ao invés de explorá-lo, acabam desconsiderando esse fato; este poder, que se expressa em forma de sintomas desconfortáveis, poderia atuar de forma mais tranqüila e menos perturbadora se trouxessem a consciência do momento presente para suas vidas.

Esses sintomas são apenas uma manifestação superficial de uma perturbação mais profunda que pode ser causada por uma disfunção hormonal, deficiência nutricional, problemas emocionais e, nesse período, acessamos nosso inconsciente através do corpo, e faz com que nosso fluxo seja mais leve ou pesado, com mais dor ou menos dor. Esses sintomas são portadores de informações sutis que nosso corpo absorve e precisa expelir em algum momento, se não em muitas vezes vira uma doença, e uma das principais causas disso são as emoções não demonstradas, onde guardamos muitas mágoas e não conseguimos elaborar o que precisa ser liberado.

Conexão do útero com o inconsciente - A síndrome pré-menstrual que afeta a maioria das mulheres e que traz a tona irritabilidade, agressividade, ansiedade, mudanças de humor, entre outros casos mais graves, em grande parte são emoções contidas que são liberadas através desse portal que se abre permitindo a liberação dessa energia. E isso serve de alerta para fazermos um questionamento sobre nossa vida e sentir internamente: O que eu gostaria de estar fazendo nesse momento? Que coisas estão trancadas na garganta e não consigo falar? O que eu gostaria de experimentar? Estou contente na minha profissão, com a vida que tenho? Estou me permitindo ser feliz? Essa e outras perguntas devemos fazer sempre para nos tornarmos conscientes da nossa própria vida.
A conexão do útero com o inconsciente é uma dádiva do tempo da lua. A sabedoria ancestral das mulheres está ligada ao útero e essa energia se espalha trazendo a consciência corporal devidamente sagrada para nosso momento de ser mulher, desperta nossa capacidade de nos conscientizarmos das diferentes partes do nosso corpo e das sensações físicas causadas quando estamos em desarmonia.
Nossa cultura valoriza e prioriza horários e compromissos tendo como base a eficiência industrial e não as necessidades do nosso corpo, somos obrigadas a ir trabalhar mesmo estando indispostas, com resfriados, cólicas, dores de cabeça, temos que suportar a dor e mostrar domínio sobre o nosso corpo mesmo estando desonrando a nós mesmas.
Nesse período de purificação, permita-se não fazer nada, ouça a mensagem do seu corpo pedindo para parar, ouse se retirar e se conectar com os antigos conhecimentos adquiridos, fazendo essa interrupção natural para o descanso e a revitalização do corpo e da alma, conservando sempre uma atitude de amor por si mesma, de respeito, de entrega, amor pela realidade de ser mulher e, aos poucos, o equilíbrio se tornará constante em sua vida.

Simone Alves
Terapeuta Holística e Focalizadora de Círculos Femininos
http://evolucaofeminina.blogspot.com
http://simonealves1111.blogspot.com
simone.alves1111@hotmail.com
PORTO ALEGRE/RS

Guerreira para Deusa: como transformar o Feminino

Este é um dos textos mais lúcidos que circulam por aí a respeito das questões profundas do Feminino.

É extenso mas recomendamos expressamente sua leitura. Embora tenha sido publicado em nosso site em setembro de 2006, o conteúdo continua atualizadíssimo – aliás, instigante sinal dos tempos...

A autora Suzanna Kennedy responde pelos trabalhos do Reality Crafting, e o Absoluta ganhou sua expressa autorização para reprodução.



"Há muitos tipos de mulheres em nossa sociedade, mas a que clama mais alto para a cura é a Guerreira Ferida. Vocês almejam se transformar em Deusas, mesmo que pudessem não usar estas palavras para descrever o seu desejo.


Quem é a Guerreira Ferida?

A Guerreira Ferida é poderosa, independente, autoconfiante e bem sucedida - porque vocês têm que ser. Mesmo assim, vocês se ressentem com toda a responsabilidade e obrigação que acompanha o seu papel. Vocês são as únicas ao redor que resolvem tudo, e resolvem tudo bem rápido e perfeitamente.
Vocês são amargas (pelo menos interiormente) em relação aos homens, que vocês acreditam obter todas as rupturas, mas fazem pouco do trabalho real. Vocês vêem os homens como o sexo mais fraco, respondendo emocionalmente e agindo ilogicamente - quando eles agem, de nenhuma maneira. Vocês pensam que os homens são somente bons para uma coisa: mover os móveis. Bem, duas coisas, talvez.
Há muito tempo, vocês abandonaram a fantasia de um príncipe num cavalo branco ou do príncipe encantado. Vocês são amargas, zangadas e, em algumas vezes, até interrompendo os seus relacionamentos com estes seres masculinos inferiores. Vocês conscientemente ou agressivamente-passivas buscam a desforra contra os transgressores masculinos nesta sociedade patriarcal.

Vocês respeitam outras Guerreiras, apesar disso não têm tolerância por mulheres "mais fracas", que não carregam a espada da Guerreira. Vocês são ou foram uma boa esposa e uma boa mãe, protegendo e sustentando a sua família. Até agora, vocês expressam inclusive estes papéis através da postura de um guerreiro.
Vocês estão cansadas de lutar. Vocês exibiram as suas feridas da batalha orgulhosamente no passado, mas agora crescem entediadas com a conquista. Sua armadura é pesada e vocês ambicionam removê-la para sempre. Vocês anseiam pela Deusa dentro de vocês; ainda que acreditem, vocês não podem sobreviver sem a sua espada da Guerreira. Deixem-me apresentá-las ao poder da Deusa.

Quem é a Deusa?

A Deusa é - bem simplesmente – a incorporação do Divino em um corpo feminino. Ela tem discernimento e age com integridade. Ela tem uma essência de paz interior que é inabalável. A Deusa irradia uma energia que é tão poderosamente bela, amorosa e suave, que os outros são atraídos para ela como um ímã.
Ela pode ter sido uma Guerreira Ferida em uma época, mas curou suas feridas. Ela liberou a raiva, a dor, o medo, a culpa e o julgamento. Ela tem se libertado dos sentimentos de traição e de abandono. Ela substituiu estas emoções vibracionalmente inferiores pela compaixão e alegria. Ela transformou as suas crenças limitantes, atitudes, e padrões de pensamento em uma aceitação amorosa por todos, como eles são. Ela não tem necessidade de mudar alguém, pois vê o Divino em todos os seres. Ela compreende que qualquer ataque é simplesmente uma demonstração de medo. Ela se lembra do medo, e ainda sabe como neutralizá-lo com seu fluxo ilimitado de amor.
A Guerreira Ferida e a Deusa - dois arquétipos femininos poderosos. Um cansado e ferido; um radiante e curado. Como a Guerreira ficou ferida? E como ela pode se transformar em uma Deusa? Para responder a estas questões, vocês devem primeiro compreender como a energia se move nos humanos.

O que são Padrões de Energia Masculinos e Femininos?

A Energia tem padrões de movimento e nós podemos chamar um padrão como masculino, o outro como feminino. O padrão masculino de movimento é positivo (agressivo); ele inicia a ação. Olhem para a genitália masculina como um exemplo. Ela está fora do corpo, ação orientada. Recebe o prazer ao mover-se contra as paredes de um recinto cercado. Nos humanos ele se expressa através da mente, como uma necessidade de compreender, analisar, encontrar os limites, fazer planos e agir. Nesta expressão mais elevada, a energia masculina adora dar, proteger e prover conforto e segurança na realidade física. Todos os seres humanos têm um aspecto masculino para eles próprios, algumas vezes chamado de masculino interior.
Do mesmo modo, cada indivíduo tem um feminino interior. Este padrão de energia é receptivo e compreensivo, um espaço aberto com fronteiras definidas. Ainda que o espaço seja escuro e misterioso. O feminino é confortável com o desconhecido. Do mistério, brotam a criatividade e a intuição. É o útero - nutrindo e educando (alimentando). A energia feminina se expressa através do coração, através dos sentidos, usando a sua criatividade para gerar um espaço exterior, que é convidativo, nutritivo e sensual.
Idealmente, cada indivíduo teria aspectos masculinos e femininos, amadurecidos e saudáveis, trabalhando juntos como companheiros semelhantes. Entretanto, raramente este é o caso. Quando os humanos experienciam os tiros e as flechas da vida, seus masculinos e/ou femininos interiores se tornam feridos e o seu desenvolvimento, interrompido. Então, uma Guerreira ferida é uma mulher que expressa predominantemente a energia masculina porque seu aspecto feminino está ferido e disfuncional. Naturalmente, um homem pode ser um Guerreiro Ferido também.

Como vocês se tornam uma Guerreira?

Há várias possibilidades. Pode ter desenvolvido o sentimento de que seu pai não forneceu a segurança e a proteção necessárias. Talvez seu pai estivesse ausente emocional e fisicamente. Ou talvez vocês tivessem um pai que expressou mais a energia feminina, não modelando um arquétipo masculino amadurecido. Vocês podem ter se modelado conforme a sua mãe ou outra mulher influente, que era uma Guerreira. Vocês podem se sentir traídas ou abandonadas por um ou ambos os pais. Vocês podem sentir que vocês necessitam desempenhar o papel do masculino e ser o provedor e o protetor da família. Vocês podem ter decidido que precisavam desenvolver qualidades semelhantes ao Guerreiro, para sobreviver no mundo dos negócios. Seja qual for a razão, vocês colocam a armadura e lutam. Vocês lutam por vocês mesmas, sua família, sua profissão, reconhecimento e validação. Vocês acumulam feridas, cicatrizes da batalha e conquistas também. Seu ego está sobrecarregado e a sua alma grita por isolamento.

Como o ego opera?

O ego tem recebido uma punição. Algumas disciplinas psicológicas e espirituais sugerem que vocês deveriam suprimir todo o seu ego ou até matá-lo. Mas o seu ego desempenha um papel muito importante quando vocês estão em um corpo físico, neste planeta. O trabalho do ego é protegê-los. Momento a momento, o ego examina cuidadosamente o seu banco de dados, acumulados no DNA de suas células, e as memórias (conscientes ou subconscientes), que são similares à situação na qual vocês estão correntemente engajados. Se o ego encontra qualquer memória similar à situação atual que resultou na ferida do seu ser, ele tenta protegê-los de serem feridos novamente.
Vocês têm flexibilidade para armazenar dados de memórias subconscientes guardados em seu DNA de seus ancestrais. Algumas culturas acreditam que vivemos outras existências, e estas memórias estão guardadas em seu DNA, também. Com toda esta história, quando o ego faz uma varredura, quase sempre encontra uma situação similar, onde vocês foram feridos. Então, ele ergue as defesas para evitar que vocês sejam feridos novamente.
Ele pode levantar sentimentos de medo e de dúvida. Pode iniciar pensamentos, crenças ou memórias que os distraem de participar da situação. Algumas vezes, ele criará obstáculos que os impedirão de participarem, tais como limitações de tempo, revéses financeiros e até doenças. Ele fará qualquer coisa para protegê-los.
E estas defesas os deixam limitados para reagirem da mesma maneira que vocês sempre têm. E adivinhem o quê? Se reagirem do mesmo modo, vocês obterão os mesmos resultados. Nenhuma experiência nova pode vir daí. Vocês não podem crescer com isto. Vocês estão casados com a monotonia.

Como a Alma usa a Lei da Atração?

A razão de vocês encontrarem situações prejudiciais é devido à energia também prejudicial que está guardada dentro do seu DNA. Sua alma está sempre buscando trazer vocês de volta à saúde e alegria. Então, ela tenta liberar a energia escondida e suprimida. Ela usa a lei da atração (semelhante atrai semelhante) para magnetizar pessoas e situações para vocês que acionarão a oportunidade para liberar.
É por isso que, como uma guerreira ferida, vocês atraem homens feridos. Eles provocam vocês e lhes dão a oportunidade de clarear e liberar esta energia guardada. Vocês podem clarear a energia prejudicial no DNA. E quando o fazem, vocês começam a se mover através de sua vida sem a memória celular danosa. O trabalho do seu ego é muito mais fácil, porque não há energia prejudicial para ser liberada - vocês não estão mais atraindo situações dolorosas. E quando vocês se movem para uma situação nova, e o seu ego escaneia as memórias dolorosas, ele não pode encontrar nenhuma. Então, o seu ego lhes permite mover-se para novas experiências, sem limitações.

Como a Guerreira se transforma em Deusa?

É um processo de quatro passos:
1- União Sagrada do Masculino Interior e do Feminino Interior
2- União Sagrada do Ego e do Espírito
3- Nascimento do Humano Divino
4- Relacionamentos de União Sagrada

União Sagrada do Masculino Interior e do Feminino Interior - No primeiro passo é necessário fazer surgir o amor e curar todos aqueles aspectos de vocês mesmos, relativos ao relacionamento. Trazer à tona todas as energias escondidas e suprimidas de raiva, ira, ressentimento, ódio, ciúme, inveja, traição, separação e abandono para liberação e transmutação.
Após clarearem as percepções e energias densas do seu sistema de quatro corpos, voltem a atenção para seu próprio masculino interior e seu feminino interior. Observem em que condição eles estão. Acendam a luz da Fonte sobre eles, de modo que se curem e amadureçam saudáveis, seres bem equilibrados que trabalharão juntos na Sagrada União dentro de vocês.

A Sagrada União do Ego e do Espírito - O seu ego (ou a imagem criada da mente) está associado com o corpo mental. O ego protege o seu corpo físico, e também protege e mantém a auto-imagem e os sistemas de crenças. Seu trabalho é manter tudo igual. Então, quando vocês tentam crescer e se expandir, especialmente emocional ou espiritualmente, o seu ego, em um esforço de manter o status quo (estado atual), sabotará seus esforços de auto-aperfeiçoamento.
O ego usa as energias da raiva, medo, culpa, julgamento e dor como estratégias para proteger a sua auto-imagem. A fim de se expandirem para a imagem de vocês como uma Deusa, vocês devem se engajar na cooperação com o ego.
Neste passo, reconheçam o ego por todo o seu dedicado serviço passado. Dêem-lhe uma promoção e a descrição de um novo trabalho que seja consistente com a manutenção de uma nova auto-imagem, como uma Deusa. Promovam os vários aspectos do ego, do status de protetor para o de conselheiro. Isto realmente causa a ascensão do corpo mental, preparando o caminho para a União Sagrada dos vários aspectos da sua Divindade com seu corpo físico.

Nascimento do Humano Divino - Os geneticistas encontraram o que referem como "DNA de sucata". Este é o material genético que parece não estar ativado no momento e eles não podem imaginar o seu propósito. Mas isto não é lixo! Estes são cordões de DNA que, uma vez conectados e ativados, podem lhes dar habilidades que vocês poderiam considerar como metafísicas. Estas habilidades incluem percepção extra-sensorial, rejuvenescimento, imortalidade, telepatia, psico-cinesia, acesso às informações e comunicação de outras dimensões, teletransportação, bilocação, e manifestação instantânea.
Em tempo, vocês evoluirão e terão as mesmas habilidades atribuídas às deusas dos mitos antigos. E se estas figuras míticas fossem seres reais? Talvez elas fossem seus ancestrais antigos, de outro lugar ou de outra dimensão. Talvez todos os 12 cordões do DNA estivessem conectados e ligados, e elas pareciam como deusas para os seres de 2 cordões. Talvez de alguma maneira em nossa história, o nosso DNA foi desconectado ou desordenado.
Pode este DNA extra ser reconectado e ativado? Aqui está a parte surpreendente: o DNA e as realidades holográficas são mutáveis. Quando vocês mudam os registros, a realidade holográfica que chamam “vida” deve mudar para se alinhar com os registros. Se vocês mudarem as imagens holográficas, mudarão os registros. Durante o seu Nascimento Divino, vocês podem reescrever o script de sua vida e até encobrir o script familiar antigo. Com o tempo, o script antigo se dissolve e o novo assume. Uma vez que estejam expressando quem realmente são como uma Deusa, vocês podem querer se mover para o quarto estágio e manifestarem uma parceria íntima com outro Humano Divino. Ou vocês podem querer formar parcerias de União Sagrada para expressão criativa ou serviço prazeroso para o planeta.

Relacionamentos de União Sagrada - Quando vocês incorporarem a sua Divindade, verão mudar a natureza de todos os relacionamentos. Vocês se sentirão plenas e completas, e não mais olharão para outra pessoa para completar vocês. Isto tem muitas implicações.
Um resultado é que se soltam da carência, da posse, da busca e do apego. Há uma confiança pacífica que se estabelece. Vocês começam a sentir que cada relacionamento é uma União Sagrada, porque reconhecem a Divindade dentro de vocês e de todos os outros.
Vocês vêem o Ser Divino em todas os outros rostos e confiam que, enquanto as fisionomias fluem para dentro e para fora de sua vida, cada uma traz a sua própria maneira de refletir a sua compaixão para vocês. Vocês têm um sentimento de imparcialidade para as formas que os relacionamentos assumem.

Há um novo sentido de liberdade e aceitação para os relacionamentos mudarem e alterarem a forma.
Se escolherem, vocês podem convocar uma Parceria Íntima de União Sagrada ou elevar a sua parceria atual para o status de União Sagrada. Se esta for a sua escolha, ela serve para tornar muito clara a respeito do que vocês querem em um companheiro ou em um relacionamento. Convocar um Companheiro Íntimo de União Sagrada é um processo de criação. Claridade mental na União Sagrada com o coração: sentir gratidão, atrairá o desejo do seu coração.

Seu time espiritual poderia lhes dirigir para um facilitador para navegar e testemunhar esta transformação. Escolham alguém que esteja sempre irradiando e demonstrando a clara energia da Deusa em sua própria vida, já que ela pode transmitir uma energia de alta freqüência e assistir na transformação graciosa da Guerreira Ferida para Deusa.

Como Reconhecer uma Deusa

A Deusa se libertou de tudo o que não é Divino. Ela desfruta e expressa a sua feminilidade com coragem. Ela acha que tanto os homens, quanto as mulheres, estão mais confortáveis para trabalhar e brincar do que antes. Ela se liberou de seus sentimentos suprimidos de traição e de abandono, e irradia a energia da confiança. Então, outros se tornam acessíveis, baixam as suas defesas, e ela extrai a lealdade e a integridade deles.
Ela trata aos outros com compreensão e gentileza. Entretanto, é perceptível e sabe como traçar os limites, quando apropriado. Ela fala a verdade do seu coração, com respeito, honrando os sentimentos e os outros. A Deusa carrega uma energia particular, mais elevada, uma vibração mais rápida em seu campo eletromagnético. Ela criou um ambiente em seu corpo que magnetiza as energias Divinas mais refinadas. O seu corpo se torna uma torre de rádio que ancora as energias celestiais de compaixão profunda e de alegria na Terra e, então, as irradia para fora, em todas as direções.

Há muitos aspectos da Deusa. Ela pode ser como Ísis, expressando o aspecto da Mãe Criadora. Ela pode expressar Afrodite, o aspecto da companheira amorosa, sensual e sexual. Ela pode expressar Kali, a destruidora que não está mais a serviço. Ela pode expressar uma Deusa Guerreira, a protetora que sabe como arrancar e proteger fronteiras.
A diferença agora é que ela está curada e inteira, podendo recorrer a qualquer aspecto da Deusa que lhe sirva melhor em qualquer momento. Ela não se limita mais a agir somente fora da parte da Guerreira Ferida. Ela irradia a energia da União Sagrada dentro dela mesma, e isto atrai um companheiro de União Sagrada para ela no mundo físico. De acordo com o Momento Divino, naturalmente, ela atrairá um Deus para saudar a sua Deusa.
A Lei da Atração opera para atrair outros que são da mesma energia e consciência. Em breve, ela se encontra cercada por Deuses e Deusas - todos vivendo harmoniosamente no Paraíso na Terra que eles criaram de suas energias equilibradas do Amor Divino, Sabedoria Divina e Poder Divino.

Minha história

Em meu próprio caso, quando me interiorizei, vi que meu feminino interior estava encolhido, no fundo de uma caverna escura. Ele estava sujo e assustado, e tinha cerca de seis anos. Meu masculino interior era um gigante Rei Guerreiro - forte e sempre na defensiva. Foi com esta imagem que vim a compreender como eu tinha me tornado uma Guerreira Ferida - um Rei Guerreiro no corpo de uma mulher. O feminino interior era totalmente incapacitado e não funcional.
Sei que o meu Rei Guerreiro estava muito cansado. Ele mesmo tinha carregado a responsabilidade por existências. Ele estava cansado de usar somente a sua mente e a força física para dominar o mundo. Ele ansiou por esta rainha para contribuir com seus presentes da intuição e criatividade, em uma parceria igual. Seu objetivo mais recente era criar um ambiente seguro para sair da caverna, crescer e ver que o mundo era, mais uma vez, um lugar seguro para expressar a sua feminilidade.Meu Rei Guerreiro submeteu-se a uma busca: livrar a si mesmo e a sua rainha criança dos sentimentos passados, atitudes, crenças e memórias celulares que os mantinham presos aos padrões de pensamento e de comportamento limitados. Então, meu Rei Guerreiro conduziu-me às técnicas que ajudaram a clarear, clarear, clarear, toda a energia presa e suprimida. E, assim, como uma validação, eu encontrei um homem que espelhou para mim - meu novo Eu. Nós tivemos um relacionamento curto, mas muito prazeroso. Ele era equilibrado em seus aspectos masculinos e femininos. Em nosso relacionamento, ele expressou o aspecto masculino, iniciando o nosso tempo juntos, fazendo os planos, fornecendo um ambiente para que nós explorássemos um ao outro.

Pela primeira vez em minha vida, cedi e permiti a um homem tomar o comando. Ele me disse o que queria e o que pensava sobre as coisas. Eu lhe disse como me sentia acerca do que ele dizia e queria. E ele respeitou meus sentimentos. Ele fez as correções necessárias para permitir me sentir segura e estimada. Quando refleti sobre nosso relacionamento, notei a diferença entre este e todos os meus relacionamentos passados. Eu reconheci o quanto me agradei ao expressar a energia feminina neste relacionamento. E quando fiz isto, vi meu feminino interior levantar-se e prestar atenção. Ele saiu da posição fetal, no fundo da caverna, e dirigiu-se para a luz solar. Ele aqueceu-se na energia da minha apreciação da minha feminilidade.
Enquanto ela absorvia esta apreciação, começou a se transformar. Ela começou a crescer, a partir de uma criança de seis anos, através da adolescência, da puberdade, para a mulher amadurecida. Enquanto se transformava, meu masculino interior assistia e observava em fascinação e excitação crescentes. Sim, sim, é por isto que estava esperando.
Ela cresceu em uma bela mulher e posicionou-se para encarar o Rei Guerreiro. Eles olharam fixamente nos olhos, um ao outro. Ela lhe agradeceu por toda a sua paciência, bondade, e por conduzir por tanto tempo sem ela. Ela agradeceu-lhe por sua proteção e por criar um ambiente seguro. Eles se abraçaram e saíram para o pôr-do-sol, presumivelmente para apreciarem a sua lua de mel.
Desde este tempo, a minha criatividade e intuição têm aumentado tremendamente. Foi-me dado o presente da cura para compartilhar com os outros. Eu experienciei uma concepção imaculada de um projeto para criar a União Sagrada, a qual chamo de Elevação Humana Divina. Meu masculino e feminino interior agora trabalham juntos na União sagrada como companheiros iguais. Eu os vejo sentados, unindo-se em tronos dourados, lado a lado, governando o reino com poder, sabedoria e compaixão. Eu atraí um Companheiro de União Sagrada, que expressa o Masculino Divino em nosso relacionamento. A nossa União Sagrada é mais feliz do que jamais imaginei ser possível".

Suzanna Kennedy
www.realitycrafting.com
Tradução: Regina Drumond
reginamadrumond@yahoo.com.br
Revisão/Formatação: Silvia Tognato Magini
silvia.tm@uol.com.br

Ilustrações
www.backgroundsarchive.com
www.rowenaart.com

Coisas que eu sei, para quem precisa saber

A focalizadora Carla Lampert percebeu que há várias e várias mulheres muito mal pelo mesmo motivo... A busca que se precisa fazer pelo empoderamento e liberdade muitas vezes é confundida com a eterna procura de um amor perfeito... Achou sintomático e mandou ver num instigante alerta, que tem a ver com projeções que fazemos e com o impulso de buscar no outro o que não temos em nós.

"O que você quer para você tem que ser criado em você", afirma Carla, "não pode ser tirado de outra pessoa, por isso estas relações onde todos acabam virando assaltantes uns dos outros..."
Confira aí! É um dos textos mais acessados em nosso site mas pode ser que muita gente ainda esteja precisando ler...


Há mulheres precisando urgentemente assumir suas lobas, suas leoas, suas rainhas, suas deusas... Tirar das sombras e porões algo muito profundo e vivo que espera por liberdade, ar fresco e diversão.
Buscam isso externamente e chamam de outras coisas, principalmente de busca por um amor. E buscam... e não encontram... e choram... e se cansam de chorar... e começam outra busca... e assim o ciclo continua.
É por ver tanto disso acontecer que continuo dizendo: mulheres, aceitem-se, amem-se, sejam egoístas e egocêntricas e serão muito felizes... mas elas insistem em cuidar de alguém, algo que não a si próprias, suas vontades e sonhos e realizações... insistem em querer o pior, o que dói e machuca... vejo muita carência afetiva e muito poder pessoal entregue a terceiros, quartos, quintos, vigésimos... que a Deusa interior de cada uma acenda nestes corações femininos uma chama forte o suficiente para queimar as ilusões e fazê-las acordar para si mesmas, para a vida que insistentemente mostra o caminho inviável através da decepção e do sofrimento, tentando assim recolocá-las no caminho da felicidade e da paz que suas almas anseiam.
A roda de repetições é a prova real do erro, da escolha mal-feita, da falta de auto-estima, da carência, do medo da solidão. Gostaria de instigar essas mulheres queridas a repensarem a si mesmas, a se reformularem, e principalmente a se determinarem a parar de percorrer insistentemente os mesmos caminhos da dor e do sofrimento, causados pela ilusão.

Acordem as lobas, as leoas, as ursas, as águias, acordem as serpentes adormecidas! Chamem essas forças anímicas para dirigirem suas vidas com sabedoria e proteção... e limites, principalmente. Sejam territorialistas, defendam o território sagrado do coração, que é o primeiro lugar que deixam ser invadido e conquistado por caçadores, rapineiros e carniceiros. Acordem os instintos, acordem a intuição, aprendam a cheirar, sentir, pressentir o perigo.

Existe uma mulher pronta para escolher e dizer não - Mulheres: mais instinto, menos ilusão, mais independência emocional e intelectual. Ontem você pode ter sido uma garotinha indefesa, mas hoje, perceba... você cresceu! Falta exercício de poder, comece a praticar o seu próprio empoderamento pessoal. Falta parar de procurar no outro o que você não tem dentro de si. Você pode começar percebendo este erro, a inversão na rota desta busca. A busca é pessoal, o que você quer para você tem que ser criado em você, não pode ser tirado de outra pessoa, por isso estas relações onde todos acabam virando assaltantes uns dos outros...
Hoje existe uma mulher pronta para escolher, selecionar, dizer não e mandar na própria vida. Ou, pelo menos, pronta para começar a fazer isso a partir de agora, baseada nas experiências, na sabedoria interior, no faro... mas, para isso, há que se assumir esta força e essa mulher que aí existe que quer ser o que é sem restrições, sem machismo nem feminismo, apenas SER sem preconceitos e com liberdade. Vamos dispensar, de uma vez por todas, essa energia velha de dependência emocional que me cheira a vampirismo mais do que qualquer outra coisa - e isso vale para homens e mulheres.
Amar é diferente de entregar o mais precioso de si numa bandeja querendo algo específico em troca e depois se decepcionar, porque quem se decepciona é porque se iludiu e quem se ilude é porque não quis enxergar a verdade, e sim suas próprias expectativas projetadas. Que expectativas são essas que levam sempre ao mesmo malfadado resultado? Só podem ser expectativas irreais. Pense no tempo que você leva tentando curar uma ferida causada pelas ilusões e caia fora desse ciclo vicioso, porque infelizmente o "amor" ruim, esse bem sofrido e doloroso, é algo que vicia e prende as pessoas, e pode levar à destruição quase total de um coração.
Suas relações são feias, destrutivas, torturantes? Péssimo sinal, você está totalmente fora do prumo porque está desconectada do seu poder pessoal, você precisa começar do zero, construir um novo eu, fortalecer-se, empoderar-se, mudar essa frequência que só capta lixo energético.
Seja lá o que você tanto deseja, está dentro de você, somente dentro de você, não procure em coisas, muito menos em pessoas, simplesmente pare de procurar. Permita-se ser agora aquela parte de você que ainda não foi, mude a dimensão, altere a rota, pule pela janela, abra suas asas e voe, ouse, realize-se, antes que todo o seu tempo passe e você chegue à conclusão que deveria ter voado, ousado, realizado e não o fez porque estava muito ocupada procurando a coisa errada no lugar errado.

Carla Lampert
Focalizadora de Círculos Femininos, Mestra Reiki certificada pelo Sistema Usui Shiki Rioho, Bailarina e Instrutora de Dança do Ventre
http://www.femininoessencial.blogspot.com
carlalampert@yahoo.com.br
PORTO ALEGRE/RS

Não quero o lugar do homem, quero o meu lugar!


Enrijecimento corporal e mental, problemas de relacionamentos, disfunções hormonais, isso e muito mais são ecos do equivocado esforço de muitas mulheres para se adequar às orientações da sociedade masculina, provocando distanciamento do seu próprio saber feminino.
É preciso que as mulheres voltem a sentar em círculos e sejam ativistas para o despertar das próprias mulheres, é preciso uma nova consciência para atos de política de gênero. Essa convocação tomando a mulher como Ser planetário, espiritual, social e fonte de sabedoria é feita aqui pela focalizadora Sabrina Alves.

"As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente à sua natureza receptiva. As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar umas às outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade". Jamie Sams

Um novo tempo a cada dia se faz premente e instaurado. Movimentos organizados, idéias junto ao curso do rio como afluentes deságuam em resgates de ritos matriciais ancestrais, ações propostas para a promoção da igualdade de gênero, onde estratégias de atuação, autonomia, igualdade no mundo do trabalho, cidadania; educação inclusiva - e não sexista -, saúde das mulheres, direitos sexuais, direitos reprodutivos; e enfrentamento à violência contra as mulheres, são as variáveis que dão nome às necessidades de cura individual e do corpo social da mulher.
E esta metáfora vem bem a calhar quando o assunto aqui referido é a mulher, sendo a água, fonte de vida de todo o planeta, e a mulher, com seu útero, conectada diretamente com o cerne da existência.
Lindo seria se todas as ações fossem atuantes e, se da mesma forma, complementares. Quero dizer que os posicionamentos de nossas companheiras feministas tiveram seu valor num dado momento. Foram necessários, quando um sistema de patriarcado sufocante e esmagador ditavam as regras, e tal qual um rolo compressor nos igualava a vários níveis abaixo do sexo masculino. Mas preciso lembrar, também, quais foram as conseqüências trazidas deste posicionamento de disputa pelo lugar dos homens num longo prazo a nós mesmas: uma massa de seres do gênero feminino "conquistaram" a pílula, o Diu e o tampão, e algumas posições de poder político, mas pena que neste sentido a primeira pessoa que me vem é Margareth Thatcher, e vejam vocês: a dama de ferro!
As mudanças ocorridas nas vidas das mulheres durante os últimos trinta anos podem parecer uma revolução, mas de muitas maneiras o que tem ocorrido é uma assimilação. As mulheres que buscam poder em um mundo masculino têm se voltado para isso, tornando-se pseudohomens.
O apelo para o serviço planetário - Mas onde está o resgate verdadeiro da identidade feminina? Dos valores de poder, por exemplo, que o ato de gerar a vida revela? Que os ciclos femininos são capazes de trazer para a comunidade, para o país, para o planeta?
Posso citar, pelo que venho tendo de resultado da minha observação, pesquisa e trabalho para com o resgate sadio de uma consciência do Sagrado Feminino Essencial, num âmbito terapêutico, físico, social e espiritual, que um sem número de mulheres, infelizmente, apresenta dramas e doenças, conseqüências do ato de se colocar no lugar do homem. Enrijecimento corporal, de pensamentos, problemas de relacionamentos, disfunções hormonais, rejeição à menstruação, carga horária de trabalho que não corresponde aos ciclos femininos - como o ciclo mensal, gravidez e menopausa -, tudo isso para se adequar às orientações da sociedade masculina, provocando distanciamento do nosso saber feminino, e nos moldando de forma firme, rígida, pró-ativa, linear, racional, competitiva do mundo masculino.


É uma pena que, mesmo mulheres que hoje já participam de movimentos que teoricamente falam da Deusa como resgate cultural e espiritual da mulher, ainda estejam presas "na disputa pelo lugar do homem". E, claro, isso se estende aos movimentos descritos no início deste artigo, uma vez que não se coadunam, na tentativa e na busca de convergência destes movimentos contemporâneos, para sucesso ambiental, espiritual feminino, unindo tudo e a todos nos quatro cantos do planeta numa agenda comum.

Estamos diante de duas vertentes: o feminino político, inspirado pelo insight crucial de que o feminino pessoal é político; e a outra vertente, a da espiritualidade feminina, que invoca o retorno da Deusa e reconecta a mulher moderna e contemporânea com a herança dos mistérios sagrados femininos.
É preciso sentarmos em círculos para tecer o amanhã. Em círculo, onde não há hierarquias, onde mulheres politicamente ativas comecem a se abrir para práticas de espiritualidade feminina e, da mesma forma, as que já buscam o sagrado feminino, em levante sejam ativistas no despertar do lugar da mulher para as demais companheiras.
É preciso que um crescimento transpessoal comece a ouvir o apelo para o serviço planetário se dando poder e força, aplicando sua sabedoria intuitiva na transformação social.
Ode ao processo de criação de uma nova cultura de poder e real beleza...
Ode ao engajamento na jornada interna que leva à profunda transformação dos registros do patriarcado na psique feminina...
Eu não quero o lugar do homem, eu quero o meu lugar!
Abençoadas sejam todas as mulheres em suas qualidades!

Sabrina Alves
Jornalista, artista plástica, terapeuta e focalizadora de círculos femininos
cladosciclossagrados@yahoo.com.br
SÃO PAULO/SP

Foto
www.worth1000.com

Beleza negra

Luana Rösler iniciou carreira como modelo aos 15 anos e sentiu de perto a realidade da discriminação em relação às mulheres negras. Depois descobriu o teatro, fez musicais e teatro de rua, estudou no Tablado de Maria Clara Machado e no Centro de Teatro do Oprimido de Augusto Boal, e aos poucos foi se achando...
Hoje, orgulha-se de sua cor e consome, feliz, os avanços n
a área de cosmetologia dedicados à pele negra, assim como para os cabelos.
Em seu trabalho como artista, luta para que as próximas gerações não sofram conflitos de auto-estima, e que mulheres negras se gostem como são.
Confira este belo depoimento.


Ao falar da beleza da mulher negra é necessário entender todo o processo de rejeição que estas mulheres enfrentaram ao longo da história, marcado pelo androcentrismo, patriarcalismo e escravismo. Eu, enquanto mulher negra, tive a chance de estudar e entender a história do meu povo; logo, sou consciente dos meus direitos e de quem sou. Desde a infância, buscava algo que nem mesma eu sabia discernir, mas hoje consigo ter uma leve impressão ao reparar nos ideais em que acredito: igualdade e justiça para todos. No entanto, minha alma buscava explicações: por que sou diferente? Minha mãe é branca caucasiana e meu pai, negro. No linguajar mais popular, sou "mulata", quantas vezes disseram que não era negra e, sim, "mulata" ou "morena", pelo fato de acharem a palavra "negra" agressiva?
Soava o primitivismo e o confirmei até saber que o significado da tal ter origem histórica na palavra "mula" pois, segundo os livros, na época da escravidão os brancos portugueses estupravam as negras, e seus filhos eram rotulados como mulatos, já que mula é resultado da cruza de duas raças diferentes... e saber desses detalhes no auge de minha adolescência não foi fácil...

Quando comecei a carreira de modelo, me percebi bonita e achava que todos os meus problemas desapareceriam, mas vários acontecimentos provaram-me que as lutas estavam apenas começando. Na seleção das modelos, eu era a única negra. Não poderia deixar de perceber essa gritante diferença. Mas o fato é que aquilo que vemos em catálogos e comerciais não corresponde à realidade étnica nacional.

Ali, então, desencadeou-se um processo de reconstrução da minha auto-estima e, em última instância, sabia que o diferente somente encontra a sua totalidade naquilo que ele não é.
No início de minha carreira como atriz, disseram que não poderia fazer tal papel por ser negra, até aí eu aceitei, mas algo se rompeu dentro de mim. Era uma luta interior, a luta contra a resistência. Sempre soube que não havia nada pessoal mas, sim, a ver com a formação da nossa sociedade. Depois de formada, teria que cumprir meu dever de ser uma boa advogada e lá estava eu querendo provar para Deus e o mundo minhas potencialidades. Não imaginava que a intensidade da minha luta interior aumentaria. Sempre fui muito crítica, além do normal comigo mesma, e então na área profissional tornou-se um martírio.
Nós, mulheres negras, não estamos lutando por ascensão social, mas, sim, pelo direito de sermos diferentes.
Queremos ter acesso ao que somos e ter nosso próprio canal de comunicação. É o tipo de coisa que faz a gente gostar mais da gente, do nosso corpo, dos nossos cabelos, dos nossos traços étnicos.

Hoje, consumo somente o que for adequado para minha pele e percebo, feliz, que existem avanços na área de cosmetologia dedicados à pele negra, assim como para os cabelos. A militância gerou uma certa consciência e hoje existem produtos maravilhosos, desde a marca francesa Lâncome até Iman.

Adoro mudar o visual dos meus cabelos, ora são lisos, ora cacheados, ora trançados, e sempre mudo a cor. Não estou, com isso, dizendo que nós, negras, estamos disputando alguma coisa com as mulheres brancas. Não! Estamos lutando, como está fazendo o movimento feminista clássico, por igualdade de direitos e busca de aceitação. Apenas queremos nos reconhecer belas combatendo os pensamentos sexistas, classistas e etnocentristas que tanto nos perseguem.
Enquanto artista e negra, muitas são minhas lutas.
Posso deixar de ser e fazer qualquer coisa, mas nunca poderei deixar de ser mulher e negra; sendo assim, farei o possível para que as próximas gerações não sofram conflitos de auto-estima, e se gostem como mulheres negras que são. Mas para isso acontecer é necessário impactar a sociedade brasileira, mudar mentalidades e comportamentos, e perceber o quanto a mulher negra é linda e merece respeito.

LUANA RÖSLER
Atriz e cantora
www.luanaroesler.com.br
luanarosler@hotmail.com
RIO DE JANEIRO/RJ

Fotos da autora

A mulher e a sombra do Feminino

Em função de feridas do passado, muitas mulheres criam uma espécie de mandato interno e atraem amores pra lá de danosos. Neste contundente texto publicado em nosso site - campeão de acessos por vários meses -, Carla Lampert, terapeuta e focalizadora de círculos femininos, fala da sombra do universo feminino. E aponta: numa espécie de cura ao contrário, a mulher atrai um parceiro perfeito para toda a sua "inhaca interna", este ativa e alimenta suas sombras, seus medos, e a mulher começa a ser magoada e não consegue entender por que sempre isso, não reconhece que está alimentando um câncer emocional...
Mas a notícia boa é que isso tem cura. "Envolve a constatação de que para mudar nossa vida e o que não dá certo nela, só mudando a nós mesmas, colocando um ponto final nos sofrimentos antigos e orgulhos feridos que não servem pra mais nada. Os relacionamentos amorosos vão dar um salto quântico quando a mulher e o homem amadurecerem de verdade, porque envelhecer não é sinônimo de crescer, carência não é sinônimo de amor, e estar junto não é sinônimo de amar". Estes e outros belos "yinsights" seguem aí...


"Vivei juntos, mas não vos aconchegueis demasiadamente.
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro."
Gibran Khalil Gibran

Longe de ser somente um processo histórico e social, a supressão do feminino criou uma espécie de sombra no inconsciente coletivo feminino, ou seja, a Deusa ferida no âmago da estrutura feminina manifesta-se através do fenômeno do feminino sombrio. No contexto individual, a perpetuação desta parte desconhecida, machucada ou reprimida, dá-se através da transgeracionalidade. Ou seja, de padrões psicológicos negativos e até destrutivos, que irão atrair situações e pessoas energeticamente compatíveis, criando e recriando problemas não assumidos, que são transferidos inconscientemente nas famílias de uma geração de mulheres para a geração seguinte.
A escritora Clarice Lispector certa vez disse que "a mulher não tá sabendo, mas ela tá cumprindo uma coragem. A coragem da mulher é a de não se conhecendo, no entanto prosseguir, e agir sem se conhecer exige coragem". A mulher paga um altíssimo "preço emocional" por causa desse prosseguir, sem buscar a raiz de seus medos, sem curar seus traumas e bloqueios e, muitas vezes, a mulher limita setores importantes da vida em função, justamente, das limitações do seu próprio "eu", como, por exemplo, os setores profissional e amoroso.
A mulher comum, ao longo do século passado, iniciou um importante processo de auto-percepção onde se viu reprimida no âmago da sua feminilidade, inferiorizada no seu papel social e desconhecida na sua própria sexualidade.
E iniciou um processo de liberação. A principal atitude das mulheres foi a chamada revolução sexual: queimaram sutiãs, vestiram calças, tomaram anticoncepcional, foram trabalhar... e escravizaram a si mesmas, pelo motivo de que em nenhum momento deixaram de ser mulheres, isto é, tentaram uma liberdade de ser fazendo tudo o que os homens faziam (sexo livre, trabalhar fora, independência), porém o interior das mulheres continuou carregando a sombra da Deusa: as mulheres desenvolveram atributos importantes, porém não curaram as feridas da alma feminina...
Como disse Clarice, a mulher prossegue sem se conhecer... pois todo aquele movimento feminista não deu às mulheres a autonomia mais necessária de todas, que é a libertação das pendências emocionais que fazem com que até a mais bem sucedida das mulheres sofra por determinados "amores". São várias as chagas da deusa ferida e cabe a cada mulher a tarefa de reconhecê-las e curá-las. As deusas são atributos femininos riquíssimos de significado, porém, muitas vezes, para que esses atributos fluam positivamente em nós, torna-se necessária uma viagem interior, visitando as faces dessas deusas, reconhecendo quais foram feridas em algum momento de nossa vida, quais não foram feridas mas estão de certa forma "reverberando" alguma ferida familiar e ainda estão vivendo um padrão negativo - a sombra, à espera de resgate e salvamento.

Um parceiro para alimentar a inhaca - E o que acaba acontecendo com muitas mulheres desavisadas por aí afora? Uma espécie de cura ao contrário, a mulher atrai um parceiro perfeito para toda a sua "inhaca interna", ele ativa e alimenta suas sombras, seus medos, e suas deusas doentes são ativadas... e a mulher começa a ser magoada e sofrer e não consegue entender por que sempre isso, não reconhece que está alimentando um câncer emocional, muitas vezes perdendo a noção de limite e tentando fazer aquilo dar certo, num verdadeiro massacre interior...

Saber de suas sombras é o primeiro passo para sair do círculo vicioso... reconhecer uma Atena ferida que tem medo de lidar com seus sentimentos e sua sexualidade, e que vive só o racional da vida, muitas vezes escondendo-se atrás de um papel profissional... reconhecer a chaga de uma Hera, que vive um pretenso casamento perfeito, mas delega o poder pessoal ao marido e vive a vida dele como se fosse a sua... até ser traída... e depois ainda recusa-se a perder o papel de esposa, convivendo com as traições de Zeus... reconhecer uma Deméter ferida, aquela que vive só para os filhos e que faz até do marido um filho, depois ressente-se quando estes crescem e vão embora, aquela que nutre toda a família, mas não busca sua auto-realização, sendo ela própria a maior carente da relação.
E a chaga de Afrodite então nem se fala, a mulher que por necessidade de "amor" e atenção aceita ser objeto sensual e sexual, vive muitas vezes o papel de amante, mas gostaria mesmo de ser a esposa, de ter um homem que a honrasse, e quando o tem, ainda acha que tem que garantir sua feminilidade sendo a mais bonita e mais sensual a todo momento e a qualquer preço.
A sociedade alimenta muito esse papel de Afrodite, através de ditames de beleza impostos, como a beleza padronizada por peitos e bundas esculturais (de silicone), cabelos lisos, longos e perfeitos (de escova progressiva) e abdomes secos (de lipoaspiração), sem falar que agora a mulher não se dá mais o direito de envelhecer, enrugar e tornar-se uma anciã, e aí, dá-lhe reposição hormonal! Será mesmo que tudo tem que ser firme até a hora da morte? E onde fica o espaço e o direito à diversidade humana?
Enquanto a indústria da beleza forçada fatura milhões com toda essa insanidade, será que a mulher que se submete a tudo isso, está realmente ganhando o que espera? Tem amor de verdade? Tem segurança emocional? Satisfaz-se em somente aparentar o que na verdade não é? E quem não tem grana pra manter toda essa beleza plastificada? Vai viver insatisfeita, infeliz?
Olha, já vi gente fazendo empréstimo pra pagar silicone e lipoaspiração, mas por dentro continuam inseguras, deprimidas e ainda por cima endividadas. E continuaram compensando suas carências emocionais com comida, o que significa que em pouco tempo o resultado de suas lipoaspirações foi por água abaixo.

Mulheres... por favor, honrem-se de verdade! A primeira cirurgia deve ser a plástica interior, ficar bonita por dentro, ficar poderosa por dentro, ficar firme por dentro. Realmente, prosseguir sem se conhecer exige coragem, mas decidir conhecer-se e mudar-se exige mais coragem ainda. Coragem para se reformular, recomeçar, transformar, reeditar, de dentro pra fora - o que é muito diferente se sair se "recapando" por aí.

Ainda bem que neste exato momento muitas mulheres estão tendo este yinsight, de perceber que são muito mais do que julgavam ser, que não são apenas um corpo a satisfazer padrões, ou uma profissional workaholic, ou uma esposa, ou uma mãe, ou uma amante, ou uma vítima dos acontecimentos, e que o conjunto das faces da Deusa só vai existir em equilíbrio se a cura de determinadas sombras for realizada.
A mulher que buscar o reconhecimento das suas forças interiores e a integração dos atributos das deusas provavelmente vai parar de culpar a vida ou seus amores fracassados pela sua infelicidade. Ela vai resgatar seus pedacinhos de mulher, vai aproveitar e reciclar o que deve ser valorizado e vai se dar conta do que deve amadurecer e deixar morrer... como a Grande Mãe faz na sábia natureza.

Consigo mesma, na alegria e na tristeza - E assim pode surgir um novo modo de SER, de onde pode surgir um jeito de amar novo, descentralizado - o que não significa superficial. Mas para ter um relacionamento genuinamente novo, tem que primeiro poder: muitas mulheres nas suas condições atuais devem se questionar a respeito: "Será que sou capaz de ter uma postura diferente, um amadurecimento emocional, ou só estou carente e com medo de ficar sozinha?"
E, dependendo da resposta, antes de quererem amar e ser amadas, devem buscar primeiro o setor de capacitação. Não é papo de RH: é buscar a capacitação para poder relacionar-se bem com o ser amado sem torná-lo eixo condutor da sua própria vida, coisa que muita mulher acaba fazendo sem querer, porque vive na sombra das deusas e projetando a suposta solução desse vazio interior no companheiro. Esse jeito de amar descentralizado consiste em manter o "gráfico da vida" equilibrado, dividido em fatias mais ou menos parelhas, sem separar fatias grandes demais para algo ou alguém, evitando assim a desilusão.

Quando constatamos que realmente tudo que faz parte da vida é transitório e que não podemos segurar nada nem ninguém pra sempre conosco, conseguimos perceber que a única permanência da vida somos nós mesmos. E então percebemos que este eu mesmo que nos acompanhará eternamente vive melhor se aprender a crescer, a se autoconhecer, a curar suas feridas, a perdoar, se perdoar e libertar-se de medos e limitações antigas...

A mulher deveria pensar que, se ela está destinada a conviver consigo mesma, na alegria e na tristeza, o ideal é que ela faça isso com a maior consciência possível, o melhor é que ela esteja inteira e não esperando ser completada por uma metade que na verdade não lhe pertence. As pessoas não se pertencem, elas podem apenas se aproximar muito e interagir, ser companheiras e amarem-se, mas a individualidade do outro é um fato intransponível que deve ser aceito, como aceitamos que precisamos de ar para respirar. Amar é lindo, mas quem sabe amar de um jeito lindo?
Só quem está muito consciente, muito íntegro, muito amoroso e, desta forma, ama.
A cura do feminino na vivência do amor envolve uma tomada de consciência de que talvez aquilo que pensamos ser amor seja outra coisa qualquer que nos acomoda e nos conforta em nossas limitações. Envolve também a constatação de que para mudar nossa vida e o que não dá certo nela, só mudando a nós mesmas, sanando feridas, colocando um ponto final nos sofrimentos antigos e orgulhos feridos que não servem pra mais nada. Os relacionamentos amorosos vão dar um salto quântico quando a mulher e o homem amadurecerem de verdade, porque envelhecer não é sinônimo de crescer, carência não é sinônimo de amor, e estar junto não é sinônimo de amar.
Ir em busca da sabedoria da Deusa é a caminhada ancestral da mulher rumo ao amor por si mesma. Há muito ainda para ser plantado no solo fértil da Deusa e, somente com a própria taça transbordante, a mulher poderá brindar o amor junto com o homem.

Carla Lampert
Focalizadora de Círculos Femininos, Mestra Reiki certificada pelo Sistema Usui Shiki Rioho, Bailarina e Instrutora de Dança do Ventre
http://www.femininoessencial.blogspot.com
carlalampert@yahoo.com.br
PORTO ALEGRE/RS


Fotos: Edição de arte a partir de imagens de http://www.zenial.nl

Amor de alma: encontro com o Complemento Divino

Num tempo planetário de tantas relações pulverizadas e estímulos permanentes ao individualismo, fica difícil encontrarmos o amor real. Muitas de nós já desistimos, já não acreditamos mais na possibilidade de um amor tudo a ver. Mas a terapeuta e focalizadora de círculos femininos Simone Alves afirma que, no momento em que você se sentir muito inteira, plena, cheia de vida, ao perceber que se encontrou com sua alma, esse amor real chegará, você o atrairá.
Iniciando com alguns aspectos antropológicos, esta reflexão reafirma a possibilidade de você se encontrar com seu Complemento Divino, esse ser humano especial que faz brotar em nós tudo de mais belo que existe, nos completando em todos os sentidos, fazendo cair todas as máscaras ilusórias do ego e permitindo que sejamos o que somos.

O homem e a mulher são dois seres bem diferentes.
Podemos dizer que eles são as diferenças que se completam.
Por mais que passamos o resto da vida tentando entender um ao outro, tem certas coisas que a natureza explica. A mulher é muito seletiva, ela procura escolher sempre o homem certo para se relacionar, e não se contenta com pouco. Quanto mais alto e forte ele for, inconscientemente para ela esse padrão representa o melhor, pois será um ótimo provedor e terão saudáveis e lindos filhos, além, claro, da segurança que ele passa.
Esse padrão de pensamento vem da natureza humana. Para começar, a mulher já nasce com seus óvulos contados, e, a partir do início de seu ciclo menstrual, todo mês alguns óvulos se vão, e esse processo dura até chegar à menopausa.
É por isso que a maioria das mulheres depois dos 30 anos começam a ficar preocupadas, ansiosas e depressivas, pois precisam encontrar urgentemente um “homem de verdade” para construir uma família e gerar filhos.
Já o homem, na sua natureza, tem o instinto de procriar. Pois cada dia ele produz milhões de espermatozóides, possibilitando engravidar muitas mulheres em apenas um dia, potencialmente falando. O homem em geral não é muito seletivo, pois, segundo os antropólogos, tem esse instinto básico de ser um pulverizador de sementes e, quando vibra no “masculino doente”, torna-se um predador. Isso quer dizer que ele vai à caça pelos atrativos físicos, e usando seu charme, ou não, acaba seduzindo a presa que ele quer.
Essa é a diferença básica da natureza humana, sem romantismos.

Encontro com sua alma - Mas é claro que tem o outro lado, onde duas pessoas se atraem pelo magnetismo sexual e acabam se apaixonando perdidamente, descobrindo coisas maravilhosas juntos. Mas os atrativos físicos, em sua beleza e charme, acabam cegando um ao outro em suas verdadeiras personalidades, ou os conhecidos “defeitos”, e com essa visão limitada acabam fazendo projeções um no outro, do que cada um quer pra si mesmo como par perfeito. E, quando as expectativas falham, há decepções e desilusões mais uma vez, colocando a culpa sempre no outro, não tendo coragem de assumir sua própria frustração.

E, no meio de todos esses conflitos egóicos, existem as relações duráveis, o amor verdadeiro, o amor de alma. Esse amor honra o seu Ser, ele te promove te auxiliando nas tarefas de alma, ele diviniza tua vida, e há um encaixe perfeito, estar com ele traz a tona à verdade de nós mesmos. Faz-te sentir a mais sublime de todas as criaturas, mas sem farsas. São poucos os que têm acesso a esse amor, pois é o mais elevado de tudo que já conhecemos. É um amor evoluído, de sete chakras, de Perfeição Cósmica.

Para reconhecê-lo, tente tirar a venda dos seus olhos, tente enxergar a sua beleza, que o amor real chegará até você. No momento em que se sentir inteira, plena, cheia de vida, ao sentir que se encontrou com sua alma, eis o momento que você se encontrará com seu Complemento Divino.
Esse ser humano especial faz brotar em nós tudo de mais belo que existe, nos completando em todos os sentidos, fazendo cair todas as máscaras ilusórias do ego e permitindo que sejamos o que somos. São pessoas que vibram com nosso coração, que, quando estão juntas sentem-se inteiras, são pessoas das quais podemos nos orgulhar...
É um amor sem mentiras, sem julgamento, sem agressividade, sem punições, sem possessividade, sem autoritarismo. O amor de alma é incondicional, mas consciente e sadio. É um espelho que reflete você mesma, do jeito que você é, com as limitações do ego, mas com a luz da alma.
Expanda todo o amor puro do seu coração, assim você atrairá o que a sua alma deseja. Nesse amor, você pode se banhar na felicidade, você pode se entregar sem medos, você pode ousar em ser absoluta.


Simone Alves
Terapeuta corporal e focalizadora de círculos femininos
http://simonealves1111.blogspot.com
http://evolucaofeminina.blogspot.com
PORTO ALEGRE/RS

O poder da direção do seu amor

Muitas mulheres bem conscientes de tudo o que envolve o Feminino estão sozinhas, sem parceria amorosa. Outras muitas também estão reduzidas a se conformar com o homem que está a seu lado mas sentem na pele que a relação não está viva e, bem no fundo, está é com os dias contados.
Não existem parceiros perfeitos, mas potencialmente há muitos saudáveis cúmplices vagando por aí esperando ser atraídos por você. Eles também estão desejando uma boa parceira. A chave para esse nó está totalmente em você e bem mais à mão do que comumente se imagina, como alerta a escritora Vivian Weyrich.

Autora do livro “Universo em Você - Um pacto sempre perfeito”, Vivian mostra que as crenças desenham destinos, a energia atrai exatamente aquilo que você está vibrando. Portanto, muito cuidado com o que você anda pensando e sentindo. O amor da sua vida é uma escolha vibracional, tanto para o parceiro ideal com que você sonha ou quanto para aquele homem que está a seu lado, que provavelmente foi um padrão que você atraiu. Você. Sempre você. O poder da sua direção.

Os estudos quânticos demonstram que átomos e moléculas se alteram no mesmo ritmo do olhar do observador. A dança da energia da matéria é comandada por quem está no domínio de um foco. Quando alimentamos uma preferência, estamos ativando uma mira precisa no universo. Uma escolha significa basicamente a anulação de todas as múltiplas, infinitas outras escolhas.
A busca que travamos pelo encontro do parceiro ideal consiste no mesmo processo. Temos tendência a preferir C ao invés de B porque através de nossas vivências fomos adquirindo a consciência do que é melhor para nós. Quando damos atenção a uma preferência e escolhemos um determinado tipo de homem ou mulher, estamos eliminando todas as outras características diferentes.
O passado nos ajuda a criar o futuro.
As nossas antigas experiências nos serviram para que determinemos e refinemos as nossas escolhas atuais.
Se alguém diz, por exemplo, “só me relacionei com homens mais velhos e não encontrei nessas relações nenhum ponto de equilíbrio ou prazer, agora eu prefiro os mais novos”, neste momento está sendo construída uma nova crença. Quando você tem uma crença especifica, está propondo ao universo que o futuro se realize a partir dela.
O universo não distingue o não do sim. Ele reconhece apenas aquilo que focamos, sentimos e pensamos. Portanto, afirmações do tipo “Não quero mais me relacionar com pessoas falsas!” definitivamente não vão resolver o seu problema... Ou então: “Mulheres ruivas só me trouxeram problemas; agora quero me envolver com uma mulher morena”.
Uma crença desenha a sua escolha, que, por sua vez, desenha o seu foco, e o resultado é a conseqüência da realidade.
Somos uma mistura entre nossas experiências passadas, valores e preferências pessoais. Por isso, o mundo é feito de escolhas tão diversificadas e, graças à vida, somos complexos seres diferentes e em crescimento.

O amor segue aquele que está de bem - O nosso potencial é total para atrair o parceiro que mais combina com as nossas vontades e preferências.
Pense no seu último parceiro (a), ou no cônjuge a seu lado e reveja se lá, nas suas expectativas passadas, já não estava desenhado um modelo específico de parceiro(a). Provavelmente, você se surpreenderá pelo quanto tinha um modelo pré-definido antes de encontrar o seu parceiro atual.
Eis o poder da sua direção!!
Quando você admira um tipo de homem ou mulher, está colocando nessa admiração um potencial enorme de energia no direcionamento de uma nova realidade.
Outro exemplo: minha mãe, aos 20 anos, tinha as paredes do seu quarto estampadas com fotografias e posters de um ator americano, famoso na época. Um tempo depois ela se casou com meu pai. Ele é muito parecido com este ator, principalmente os olhos!!
Coincidência? Não.
Atração e foco!
O universo responde à sua observação.


Você já deve ter ouvido por aí: “Tenho um radar para atrair homens cafajestes. Casei com um deles e agora estou envolvida com outro”. Essas pessoas perderam a sua capacidade de diversificar o seu foco. Agem como um disco que tranca numa mesma música durante longo período. Homens e mulheres vivenciam relações repetitivas por insistirem naquele tipo de estrutura. Muitas vezes, por paixão mal resolvida, o inconsciente age como sabotador da felicidade.
Para encontrar o relacionamento dos seus sonhos é preciso escolher, focar e alinhar-se com a vibração da sua conquista.
Redefina suas crenças; particularize o que realmente você acha que merece. Embora o universo e a sua fonte de luz estejam lhe anunciando, o tempo inteiro, que você merece o melhor.
Ame-se. Sem auto-estima, você perderá a sintonia das suas melhores vibrações. Amor atrai amor.
Seja generoso com você. Abandone qualquer motivo que você tenha encontrado, no sótão de suas vivências, para sentir culpa. Está tudo certo! Liberte-se das amarras que o prendem a antigos relacionamentos. Não pense mais neles; já se foram... Deixe-os ir.
Foque apenas no que você acha, através de seus valores, que lhe trará mais felicidade e prazer. É isso que importa.
Compartilhe e aprecie as coisas boas que a vida traz. Se você estiver conectado à sua fonte divina, você enxergará só o melhor.
Toda causa vem acompanhada de um efeito. Crie o efeito e a causa virá. Apaixone-se por aquilo que mais admira... curta ao máximo suas preferências!
Enquanto o parceiro ideal não chega, aprecie o prazer da sua companhia. O amor segue aquele que está de bem com sua própria individualidade.
Dê total atenção apenas às particularidades de um novo relacionamento. Quanto mais detalhada for a sua imaginação e o seu desejo, menos chance você terá de reclamar quando a realidade estiver em sua vida.
Não fique ansioso com os resultados. O campo do universo organizará a mensagem que você estiver emitindo para lhe retribuir com a realização.
Relaxe!
Dizem por aí que o melhor da festa é esperar por ela.
Sinta...
Parece que é verdade mesmo!!

Vivian Antunes Weyrich
Escritora e Canalizadora
http://www.universoemvoce.blogspot.com
vaw@via-rs.net
PORTO ALEGRE/RS


Foto/topo: Edição de arte a partir de imagens de www.sxc.hu


 
Apresentação institucional do Sistema Absoluta. COORDENAÇÃO E DESIGN: RICARDO MARTINS. Foto-topo: Jéssica Pulla, bellydancer, clicada por Toni Bassil.